Como o hatha yoga prepara o terreno para a Meditação Cíclica

Como o hatha yoga prepara o terreno para a Meditação Cíclica

Embora eu pratique e dê aulas de yoga há mais de 25 anos, ainda hoje percebo o prazer e o conforto no corpo, na mente e no coração após a prática. É algo que sempre me toca: mesmo conhecendo o “caminho das pedras”, a cada encontro sou novamente convidada a estar no momento presente — e o relaxamento faz parte essencial desse processo.

Segundo o Dr. Roberto Cardoso, em seu livro Medicina e Meditação – um médico ensina a meditar, “se alguém não está numa condição de relaxamento psicofísico, não está meditando”.

Quando o corpo aprende a soltar suas tensões e a mente diminui o ruído, algo se reorganiza por dentro. As energias deixam de se dispersar, as distrações perdem intensidade e uma sensação de calma e flexibilidade internas começa a se estabelecer.

No yoga, o relaxamento não é um ponto de chegada, mas um portal.

O Dr. Rangan Chatterjee, renomado médico britânico e especialista em medicina do estilo de vida, defende em seu livro O Plano dos 4 Pilares que o relaxamento é fundamental para a saúde. Segundo o autor, o estresse crônico está na raiz de muitos problemas físicos e emocionais, e aprender a desacelerar por meio de pequenas práticas diárias é essencial para alcançar mais equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida.

Esse estado de relaxamento não é fuga, é preparo.

Ele cria um espaço seguro para que a prática se torne mais interna, mais silenciosa, mais presente. É a partir daí que a meditação pode acontecer com gentileza — como quem entra devagar nos territórios mais íntimos da mente e do coração.

No entanto, o sistema do yoga não se restringe a uma experiência “interna”, nem começa na meditação.

Ele se organiza como um caminho integrado, que atravessa desde as bases éticas — a forma como nos relacionamos conosco e com os outros — até o cuidado com o corpo, a respiração e a atenção.

Ao longo desse percurso, percebemos como a prática corporal educa a atenção, a respiração regula o sistema nervoso e a concentração se refina naturalmente.

Assim, a meditação não surge como algo distante ou abstrato, mas como um desdobramento coerente de um corpo presente, de uma respiração consciente e de uma mente mais estável.

Percebemos, então, como o hatha yoga nos prepara para a meditação: ao treinar o “músculo” da atenção por meio da prática, cultivamos maior lucidez, respeito e amorosidade na forma de lidar conosco, com tudo e com todos.

Por isso, o Studio ShantYoga, além das práticas usuais com uma hora de duração, oferece a Meditação Cíclica (Cyclic Meditation) em aulas de meia hora, nos formatos online ou presencial.

Desenvolvida por pesquisadores como o Dr. H. R. Nagendra, essa prática é cientificamente estudada, com benefícios documentados para a saúde física, mental e emocional em publicações como o periódico Yoga Mimansa.

A Meditação Cíclica ativa o sistema nervoso parassimpático por meio de fases de relaxamento consciente — com yoga nidra intercalada a movimentos suaves — reduzindo estresse, ansiedade e tensão muscular.

Seu formato cíclico, que alterna esforço e pausa, treina o corpo a acessar estados profundos de descanso de forma mais rápida e natural.

Deixo aqui o convite para que você experimente uma aula e possa sentir, no próprio corpo, os benefícios dessa prática enraizada no hatha yoga e adaptada para o presente.

Namastê!
Silvia Oliveira

A regra dos 5 segundos e o yoga

A regra dos 5 segundos e o yoga

Recentemente comecei a ler o livro O Poder dos 5 Segundos, de Mel Robbins. Ele está me fazendo rever muitos aspectos da minha vida, e também perceber as várias conexões existentes entre seus princípios e o yoga.

Um desses pontos conectados é a ação, pois o yoga, diferente do que se pensa, é muito prático, pois logo no início já se notam seus benefícios. De certa forma, sabemos que o óbvio é fazer o que precisa ser feito e, em geral, temos ideia do que precisamos cultivar em nossas vidas para sermos bem-sucedidos. Então, por que muitas vezes, mesmo sabendo o quanto algo é bom para nós, nos sabotamos?

No livro, é dito que “Procrastinação é ’um desejo inconsciente de se sentir bem nesse exato momento’, de modo que você possa sentir um pouco de alívio por ter se livrado momentaneamente do estresse” – conforme Timothy Pychyl, professor de psicologia na Universidade Carleton, que estuda procrastinação há mais de dezenove anos. Como começar a mudar? Parta do possível.

A proposta essencial de O Poder dos 5 Segundos é: faça uma contagem regressiva – 5, 4, 3, 2, 1, e parta para a ação mesmo parecendo ser uma simples e pequena atitude, como levantar da cama de manhã, pois “a menos que vença os sentimentos que desencadeiam os seus maus hábitos e dê um empurrão em si mesmo para simplesmente começar, você nunca vai mudar“.

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Ao colocar em prática a regra dos 5 segundos, o segundo ponto que noto em comum é a atenção no aqui e agora, dando um passo de cada vez, apesar das mil resistências mentais que surgem.

E, enfim, o terceiro ponto é o embasamento científico. Embora tanto o yoga quanto a regra dos 5 segundos tenham se desenvolvido de forma empírica, a ciência confirma seus mecanismos e mostra porque e como funcionam.

Alguns dos pequenos, mas importantes passos que iniciei são:

– antes das 07h30 ter feito minha oração / meditação / yoga;

– ainda pela manhã, escrever;

– comecei um treino de dez dias seguidos me filmando para evoluir desenvoltura ao falar com o público através da câmera.

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E você? Quais sementes gostaria de plantar, cultivar e frutificar? O que deseja transformar em si mesmo? Cada um de nós saberá dizer as importantes coisas adiadas e o quanto isso pode minar energias e a realização de sonhos.

Pode ser que praticar yoga esteja nos seus planos e você argumente não ter paciência, tempo ou coragem para começar. Talvez possa usar a regra dos 5 segundos para te impulsionar… 5, 4, 3, 2, 1, yogar!

Namastê!

Silvia Oliveira

Meditação – Dicas infalíveis

Meditação – Dicas infalíveis

No hatha yoga, a meditação costuma vir depois de um preparo feito por meio de exercícios psicofísicos e respiratórios, que envolvem também o relaxamento. Ao meditar, o praticante procura um espaço entre os pensamentos e deseja não conversar com eles.

A meditação não é algo místico, paranormal, religioso, nem filosófico. Por certo, é adotada em diversas religiões diferentes, mas não passa de uma prática. Seus benefícios são incontáveis. Ela reduz a ansiedade, produz efeitos de profundo relaxamento, traz qualidade de vida, melhora o sono e favorece a capacidade de concentração. Em estágios mais avançados, pode levar a estados alterados de consciência. Vamos começar?

  • ESCOLHA UMA “ÂNCORA”

Para começar, você pode utilizar técnicas bem simples, como deve ser em toda a prática do yoga. Isso demanda disciplina e esforço, assim como todas as atitudes que podem trazer benefícios, mas o começo é simples. É parar e fazer!

Para permanecer num estado contemplativo você precisa estar presente; não conversar com os pensamentos ajuda muito. Encare-os como nuvens que passam, e não se apegue a nenhum deles. De repente, entre tantos pensamentos indo e vindo, surge um espaço silencioso. Pronto! Você conseguiu.

Você pode utilizar “âncoras” que ajudam a não se deixar levar pelos pensamentos, por exemplo, usar uma frase como pano de fundo – curta e de grande significado pessoal. Uma que gosto muito e sugiro é a frase do Professor Hermógenes: “Entrego, confio, aceito e agradeço”. Também é possível visualizar uma imagem, como a chama de uma vela acesa, entre as sobrancelhas, ou simplesmente focar a atenção na respiração.

Lembre-se de que essas são apenas variedades de “âncoras”, não a meditação em si.

  • CAPRICHE NA POSTURA

Sentar da maneira mais confortável possível, mantendo a coluna alinhada de forma natural, favorece a prática da meditação. É importante estar sentado mantendo a atitude interna que um asana (posição de yoga) propõe, isto é, firme e confortável. Se você, por qualquer motivo, não sentir estabilidade e conforto sentado na almofada sobre o chão, sente-se em uma cadeira, banco ou poltrona. O primordial é estar com a coluna alinhada.

sentado na cadeira

Como diz a canção do Walter Franco: “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

Sente-se e medite enquanto pratica um dos asanas tradicionais do hatha yoga, como:

  • Sukhasana ou posição fácil

Sente-se com as pernas unidas e esticadas. Utilizando as mãos, flexione a perna esquerda e leve o pé para baixo da perna direita. Em seguida, flexione a outra perna e leve o pé direito para baixo da perna esquerda. Conserve o tronco na vertical;

postura fácil

  • Padmasana ou posição de lótus

Sente-se com as pernas unidas e estendidas. Descanse o peito do pé direito sobre a coxa esquerda de forma que a sola do pé fique voltada para cima. Depois, descanse o pé esquerdo sobre a coxa direita. Ambos os joelhos tocam o solo e apontam para frente. Os calcanhares pressionam o abdômen logo acima da região pubiana;

postura de lótus

  • Vajrasana ou pose do diamante:

Ajoelhe-se conservando os joelhos juntos e os pés esticados de forma que a pernas se apoiem no solo. Os dedos dos pés ficam apontados para dentro e quase se tocam.

Sente-se sobre as pernas, mantendo a cabeça alinhada e a coluna ereta, sem rigidez.

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Tente começar devagar, fazendo 5 minutos ao dia. Aos poucos, vá aumentando o tempo da meditação à medida que for se tornando mais confortável. Lembre-se de desfazer o esforço interno, o esforço mental, focando no aqui e agora, livre de expectativas.

A constância e persistência trarão o tesouro do autoconhecimento, e todas as joias preciosas que decorrem disso.

Namastê!

Silvia Oliveira

 

 

Meditação para treinar o músculo da atenção

Meditação para treinar o músculo da atenção

“Coisas que nos parecem impossíveis só podem ser conseguidas com uma teimosia pacífica.” (Mahatma Gandhi)

É desejável que o estado meditativo permeie a prática do hatha yoga como um todo – desde os preceitos éticos, os yamas (disciplina externa) e os nyamas (disciplina interna), até os asanas (exercícios psicofísicos) e os pranayamas (exercícios respiratórios), sem nos esquecermos do pratyahara (abstração dos sentidos) e samyama (yoga mental).

Falemos um pouco mais da meditação, esse exercício aparentemente tão passivo, mas tão difícil de conquistar. É comum que digam que, na meditação, a gente “não pensa em nada”. Como parece muito difícil não pensar em “nada”, o iniciante acaba pensando em tudo. Isso pode deixá-lo irritado e fazer com que desista. O ideal é não criar tantas expectativas imediatistas quanto à sua prática de meditação. Vá com tranquilidade.

Por meio do treino podemos estabelecer intimidade com o próprio interior. Como minha mente funciona? Quais são as respostas automáticas dependendo do estímulo? Consigo perceber que não sou a mente? Aos poucos, quem medita vai compreendendo que é mais que os seus pensamentos. Essa descoberta é maravilhosa.

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Por meio da inteligência é possível convencer a mente do que realmente importa. A inteligência, assim como um espectador, pode observar sem se envolver, nem julgar. Pode reconhecer as propostas da mente e discerni-las.

Definimos aqui “inteligência” como uma condição que permite manejar um conjunto de pensamentos ou, até mesmo, ficar distante deles.

Por fim, é bom lembrar que meditar faz bem. A ciência vem divulgando artigos que comprovam os benefícios para a saúde humana decorrentes da prática meditativa. Muitos médicos a recomendam, como o Dr. Roberto Cardoso, obstetra e praticante de meditação há mais de 30 anos e autor do livro Medicina e Meditação – um médico ensina a meditar. De acordo com o Dr. Roberto, meditar aparentemente altera a química do cérebro, e também as vias neuronais, as quais talvez representem os vícios de pensamento que nos aprisionam. Meditando diariamente, podemos fortalecer essas vias e, assim, nos beneficiarmos ao nos “libertarmos”.

Quer tentar? Confira as dicas de como começar a meditar em nosso próximo post.

Se você tiver interesse em artigos científicos ou outros sobre esse assunto, confira esse site.

Namastê!

Silvia Oliveira

 

 

 

 

 

Janelas da alma – como nos beneficiar com exercícios para os olhos

Janelas da alma – como nos beneficiar com exercícios para os olhos

Os olhos são um prolongamento do cérebro, a porta de entrada de luz, as janelas da alma. Nossos olhos são constantemente bombardeados por estímulos externos, o que força nossa vista e gera, entre outras coisas, cansaço visual e estresse mental. Os exercícios para os olhos surgem como solução para minimizar esses efeitos e gerar mais saúde.

O yoga oferece maneiras de treiná-los, estimulando beneficamente o sistema nervoso, favorecendo novas conexões cerebrais, a concentração e a melhora da memória. O trataka é uma delas: uma técnica de purificação dos olhos que consiste em fixar a visão num objeto até os olhos lacrimejarem. Faz parte de um conjunto de técnicas de limpeza do corpo e da mente. Normalmente é usada uma vela acesa para fixarmos profundamente o olhar, porém, entre outros focos, é possível utilizar o próprio dedo.

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Outra forma são as fixações – drshtis, como fixar o olhar na ponta do nariz (nasagra drshti) ou no espaço entre as sobrancelhas (bhrumadhya drshti). A constante prática desses exercícios reduz a tendência dispersiva da mente. Você pode conciliar as posições de yoga, asanas, ao direcionamento do olhar, potencializando a prática. Durante uma posição de torção da coluna, por exemplo, olhando para longe e para trás – à direita ou à esquerda.

No próximo post, veremos outros jeitos de como incluir esse cuidado com as janelas da alma durante a realização do hatha yoga: numa posição desafiadora de equilíbrio, durante a meditação ou até no relaxamento. Dessa forma, é possível incrementar o foco, a concentração e a consciência na sua prática de yoga e na vida.

Namastê!

Silvia Oliveira

Dicas para facilitar a meditação

Dicas para facilitar a meditação

Quando analisamos a base que fundamenta o yoga, percebemos que todos os passos dessa metodologia se propõem a nos conduzir à autorrealização, também conhecida como samadhi, que é o oitavo e último passo. Nessa jornada, percorremos um caminho que desenvolve nossos aspectos sutis e densos desde preceitos éticos e comportamentais – relacionamentos, trabalho corporal, trabalho respiratório – até o mental (samyama) por meio de concentração e meditação.
Sabemos que toda jornada começa com o primeiro passo e, na trilha do yoga, tudo é prático desde o início. Temos de experimentar para entender; vivenciar para aprimorar.

Esse sistema é apresentado em oito passos com o intuito de ser mais didático, porém todas essas etapas estão em constante interação. Por exemplo, o estado contemplativo da meditação, isto é, o exercício da atenção no momento presente, é constante na prática de yoga.

No hatha yoga, a meditação costuma vir depois de um preparo feito por meio de exercícios psicofísicos e respiratórios, que envolvem também o relaxamento.

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Além disso, existem momentos específicos em que desejaremos nos sentar exclusivamente para meditar. Nesses instantes, talvez nos defrontemos com algumas dificuldades. A principal delas pode ser encontrarmos uma maneira de nos mantermos estáveis e confortáveis física e mentalmente. Normalmente, praticamos a meditação quando estamos sentados. Se você, por qualquer motivo, não sentir estabilidade e conforto enquanto estiver sentado na almofada sobre o chão, sente-se em uma cadeira, um banco ou uma poltrona. O primordial é estar com a coluna alinhada.

Uma maneira breve e eficiente de se preparar para meditar é fazer uma sequência que trabalhe tanto os cinco movimentos da coluna como a consciência na respiração.

Assim, você vai alongar, estimular beneficamente o sistema nervoso, se concentrar e desfazer as estagnações de energia em seus principais vértices (chakras), que estão localizados ao longo da linha do meio do corpo.
Prepare, portanto, sua fisiologia física e sutil para a meditação; e assim facilitar sua prática com essas dicas.
Logo traremos sequências de cinco movimentos da coluna para realizar tanto sentado na cadeira, quanto no chão.

Namastê!
Silvia Oliveira

O que é meditação

O que é meditação

hatha yoga oferece na meditação uma excelente estratégia para treinar o “músculo atenção”. É desejável que o estado meditativo permeie a prática do yoga como um todo: desde os preceitos éticos, os yamas (disciplina externa) e os niyamas (disciplina interna), até os asanas (exercícios psicofísicos, conhecidos como posturas), pranayama (exercícios respiratórios), além do pratyahara (abstração dos sentidos) e do samyama (yoga mental).

A meditação é um exercício aparentemente muito passivo, mas tão difícil de conquistar. É comum que digam que, na meditação, a gente “não pensa em nada”. Como é muito difícil não pensar em “nada”, o iniciante acaba pensando em tudo, fica irritado por não conseguir “pensar em nada” e acaba se cansando. O ideal é não criar tantas expectativas imediatistas quanto à prática de meditação e ir com tranquilidade.

Através do treino, podemos estabelecer intimidade com o próprio interior. Como minha mente funciona? Quais são as respostas automáticas, dependendo do estímulo? Consigo perceber que não sou apenas a mente? Aos poucos, quem medita vai compreendendo que não é somente os seus pensamentos. Essa descoberta é maravilhosa.

Nossa mente tentará de muitas maneiras nos convencer de que temos de resolver uma infinidade de coisas enquanto estamos quietos, buscando meditar; que podemos estar com o pensamento em outros lugares, enquanto nosso corpo está parado. Com a prática da meditação é possível distinguir o que é essencial do que é passageiro ou menos importante. E para isso existem técnicas, chamadas de “âncoras”, que te ajudarão a não ir atrás dos pensamentos.

No hatha yoga, a meditação costuma vir depois de um preparo feito por meio de exercícios psicofísicos e respiratórios, que envolvem também o relaxamento. Ao meditar, o praticante procura um espaço entre os pensamentos e se esforça para não conversar com eles. Desse modo, evita que ganhem volume e, por assim dizer, tomem conta da cena interior.

A meditação não tem nada de prática mística ou paranormal. Não é uma religião e também não é uma filosofia. Por certo, é adotada em diversas religiões diferentes, mas, vista em si mesma, a meditação é apenas uma prática. Seus benefícios são incontáveis. E é sempre bom lembrar que a ciência cada vez mais começa a divulgar pesquisas que comprovam que a prática meditativa reduz a ansiedade, produz efeitos de profundo relaxamento, traz qualidade de vida, melhora o sono e favorece a capacidade de concentração.

Para saber mais sobre as descobertas científicas acerca dos benefícios da meditação:

https://drjulianopimentel.com.br/artigos/meditacao-como-meditacao-ajuda-controlar-ansiedade/

https://drjulianopimentel.com.br/dores/meditacao-ajuda-tratar-dores/

https://drjulianopimentel.com.br/metabolismo/beneficios-da-meditacao-saude/

http://www.redepsi.com.br/2009/07/08/medita-o-e-ansiedade/

http://www.redepsi.com.br/2008/06/03/o-c-rebro-na-medita-o-livros-e-teses/

http://www.redepsi.com.br/2008/03/25/o-estado-meditativo-e-a-altera-o-da-consci-ncia/

http://www.redepsi.com.br/2009/06/17/falando-demais-sobre-medita-o/